Abrir menu
SENNZE — Monitoramento de operações industriais

APLICAÇÕES EM CAMPO

Tecnologia comprovada fora do laboratório.

Desde 2014, a arquitetura SENNZE é aplicada em operações reais — de máquinas industriais de diferentes gerações a processos remotos que precisam continuar sendo monitorados mesmo sem conexão externa.

Ver aplicações
Aplicação SENNZE em ambiente industrial.
Aplicação SENNZE em operação de campo.
Em campo desde 2014Tecnologia aplicada em ambientes operacionais reais.
Indústria + Óleo & GásUma base tecnológica, diferentes contextos de operação.
Automático + operacionalMáquinas, sensores e postos que dependem de apontamento.
Operação localColeta e processamento próximos da operação.

PROBLEMAS REAIS, APLICAÇÕES REAIS

A aplicação muda. A base tecnológica permanece.

Os exemplos abaixo não são demonstrações de laboratório. São formas diferentes de aplicar a mesma arquitetura a limitações reais de infraestrutura, máquinas, processos e operação.

LINHA INDUSTRIAL SEM INFRAESTRUTURA DE REDE

Quando o caminho do dado é o verdadeiro problema

Em uma linha industrial que não fazia parte da infraestrutura original da planta, levar rede a cada painel significaria acrescentar cabeamento e obra ao projeto. A coleta precisava chegar às máquinas sem transformar a implantação em um projeto de infraestrutura.

A comunicação foi adaptada ao ambiente: controladores junto às máquinas e concentração da comunicação em um gateway conectado à rede local. A instrumentação passou a fazer parte do processo sem exigir um ponto de rede para cada equipamento.

Coleta junto às máquinasComunicação adaptada ao ambienteUm ponto de integração com a rede
Instalação de comunicação SENNZE em linha industrial.
Comunicação instalada junto à linha de produção, onde a infraestrutura existente não atendia aos pontos de coleta.

MÁQUINAS DE DIFERENTES GERAÇÕES

A mesma plataforma não exige que todas as máquinas sejam iguais

Em uma mesma operação industrial, a SENNZE passou a acompanhar famílias de equipamentos com naturezas muito diferentes — de processos de fundição e usinagem a corte, união, conformação e acabamento. O ponto comum não é a máquina: é identificar qual informação existe e como obtê-la sem substituir o controle original.

Equipamento automatizado em operação industrial.
Automação e equipamentos modernos.
Posto de soldagem em ambiente industrial.
Processos e postos de naturezas diferentes.
Painel e equipamento SENNZE integrados a máquina existente.
Integração preservando o equipamento existente.

A variedade de máquinas é justamente a prova: a arquitetura se adapta ao processo, em vez de exigir que o processo se adapte à plataforma.

Operação de sonda monitorada pela tecnologia SENNZE.
Operação de campo: o ambiente que deu origem à arquitetura local da SENNZE.

MONITORAMENTO CONTÍNUO EM OPERAÇÃO REMOTA

A arquitetura nasceu onde internet nunca foi premissa

As primeiras aplicações SENNZE foram em operações de sonda, onde variáveis precisam ser registradas continuamente e a infraestrutura de comunicação pode ser limitada ou instável. Nesse contexto, depender de conexão externa para continuar coletando dados não era uma opção.

Essa origem definiu uma característica que permaneceu na plataforma: coleta e processamento próximos da operação, com a conectividade externa usada para ampliar acesso e sincronização — não para tornar possível o monitoramento local.

Variáveis de processoHistórico contínuoArquitetura local + web

QUANDO NÃO EXISTE SINAL PARA COLETAR

Postos manuais também fazem parte da operação

Nem todo trabalho acontece em uma máquina instrumentada. Existem postos em que a informação relevante nasce da própria atividade do operador e não há sinal elétrico ou protocolo disponível para representar o que aconteceu.

Nesses pontos, o registro operacional pode entrar pela aplicação local e compartilhar a mesma estrutura usada pelos dados automáticos. Assim, máquinas instrumentadas e postos manuais deixam de formar ilhas de informação.

Operador em posto industrial acompanhado pela plataforma SENNZE.
A arquitetura também cobre etapas em que a informação precisa ser registrada pela própria operação.
Equipamento SENNZE instalado junto a máquina industrial.
Hardware comum pode assumir funções diferentes conforme a aplicação e o firmware.

HARDWARE REPROGRAMÁVEL

Quando a aplicação muda, o equipamento não precisa virar sucata

Equipamentos SENNZE já instalados em uma aplicação foram reaproveitados em outro processo e receberam firmware diferente para assumir novas funções. O mesmo hardware passou a atender máquinas e postos com necessidades distintas.

Esse reaproveitamento é consequência de uma arquitetura em que hardware, firmware e configuração da aplicação foram pensados como partes separáveis. A função do equipamento pode evoluir sem obrigar a substituição de toda a base instalada.

INFORMAÇÃO DEVOLVIDA PARA A OPERAÇÃO

O ciclo não termina quando o dado chega ao banco

Em aplicações industriais, a informação coletada volta para a própria operação em dashboards e telas de acompanhamento. Produção, estados e indicadores deixam de existir apenas como histórico e passam a fazer parte da rotina de quem acompanha o processo.

Dashboard SENNZE exibido no chão de fábrica.
Dashboard operacional da plataforma SENNZE.

O QUE ESSAS APLICAÇÕES DEMONSTRAM

Uma arquitetura construída para encontrar a operação onde ela está

Arquitetura adaptável

O processo define a forma de coleta, não o contrário.

Integração com o existente

Máquinas e infraestrutura podem ser aproveitadas sempre que a aplicação permitir.

Processamento local

A continuidade da operação local não precisa depender da conexão externa.

Cadeia tecnológica única

Coleta, comunicação, processamento e plataforma fazem parte da mesma arquitetura SENNZE.

PRÓXIMA APLICAÇÃO

Sua operação pode ser a próxima aplicação.

Mostre o processo, os sinais disponíveis e o que precisa ser acompanhado. A partir daí, avaliamos como a tecnologia pode se encaixar — e também onde ela não deve ser aplicada.

Fale com a SENNZE